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Igualdade de gênero no empreendedorismo socioambiental

O mês de março inspira todos nós a colocar em pauta os direitos das mulheres em diferentes aspectos. Isso devido ao 8 de março, considerado Dia Internacional da Mulher. É claro que o discurso de igualdade de gênero tem sido ativo e relevante no cenário acadêmico, mas a luta precisa ser constante. A Rede de Empresa Responsável (RER) também aproveita o momento para intensificar a discussão sobre o assunto no mundo do empreendedorismo socioambiental.

 

 

A participação feminina no mundo dos negócios é crescente. Aliado a isso, o setor empresarial passa um momento de conscientização em manter uma relação saudável com o meio ambiente. Ambas características assumem um papel fundamental para a construção de um empreendedorismo baseado na igualdade, respeito e justiça com o planeta.

 

Iêda Novais, diretora da empresa de prestação de serviço KPMG no Brasil e membro do Conselho Estratégico da Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade, concorda. Ela diz que há um interesse em promover uma forte agenda de desenvolvimento que leve em consideração a mulher e a sustentabilidade, garantir que esse tema seja recorrente nas discussões entre os líderes empresariais.

 

"O Conselho Estratégico da rede, criado pelo Ministério do Meio Ambiente, deu posse a suas primeiras 13 integrantes. Um dos objetivos desse grupo é estimular ações de sustentabilidade entre as mulheres que atuam na liderança de instituições, organizações e empresas públicas e privadas. Uma das metas é de que até 2020 cerca de um milhão de executivas tenham participado de um curso de capacitação em sustentabilidade", aponta.

 

O grupo teve participação na Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e elaborou propostas para fomentar o empreendedorismo verde. A capacitação e elaboração de um perfil de liderança na área, além de campanhas do Governo Federal sobre o assunto, estão entre os desafios aceitos no evento.

 

Para inspirar que esses compromissos sejam, realmente, cumpridos, há profissionais que merecem ser seguidas por quem tem interesse no assunto. Conheça duas delas:

 

 

Joana Bicalho

Doutora em Economia de Empresa, com ênfase de estudos em economia do meio ambiente, aspecto econômico das questões socioambientais e comportamento do consumidor para produtos e marcas com responsabilidade social. Mestre em Planejamento e Gestão Ambiental com aprofundamento de estudos em Comunicação para a sustentabilidade e Marketing ambiental – Logística Reversa – Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável.​ É consultora empresarial e governamental nas áreas de Comunicação Integrada para a Sustentabilidade, Marketing Verde, Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável.

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Marianne Costa

Sócia da Raízes Desenvolvimento Sustentável. Diretora de Sustentabilidade da Rede Mulher Empreendedora. Especialista em Gestão de Projetos Sociais. “Buscar práticas alternativas que não prejudiquem o meio ambiente é algo essencial atualmente. Não atitudes superficiais apenas para gerar marketing positivo, mas práticas que sejam adotadas no dia a dia das empresas, que tragam resultados positivos em todas as esferas do negócio. Esse é um dos desafios”, conclui Marianne.

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